A
OBRA MESSIÂNICA DE REDENÇÃO |
Prelação
irradiada pela "P. R. A. 6", Rádio Educadora Paulista, na noite
de 12-2-1939. (Esta emissora já não existe mais)
Meus prezados ouvintes:
O tema que nos propusemos abordar hoje, por este microfone, é o seguinte:
A obra messiânica de redenção é
obra de educação. Para começar, vamos definir a
pessoa e a missão de Jesus, valendo-nos para isso, da sua própria
declaração, segundo consta dos Evangelhos.
Desejando que aqueles homens humildes e bons que escolhera para seus colaboradores
soubessem quem ele era e donde procedera, interrogou-os, certa vez, indagando:
Quem diz o povo que eu sou? Eles retrucaram: Dizem que sois um dos antigos profetas
que ressuscitou. E, vós outros, prosseguiu o Senhor, quem dizeis que
eu sou? Pedro, adiantando-se aos demais, responde: Tu és o Cristo, Filho
do Deus vivo.
Jesus, confirmando a resposta do velho pescador, acrescenta: Bem-aventurado
és Simão Barjonas, pois não foi a carne nem o sangue quem
to revelou, mas meu Pai que está nos Céus... Sabemos, portanto,
quem é Jesus, pelo testemunho celeste que veio por intermédio
de Pedro: é o Cristo, isto é, o ungido, o escolhido, Filho de
Deus vivo. Ungido e escolhido para quê? Qual a missão que lhe foi
confiada e quais as relações entre ele, o Filho, e o Pai celestial?
Jesus mesmo nos esclarece sobre este ponto, quando, ressuscitado, diz a Madalena
que pretende lançar-se aos seus pés e abraçá-lo:
Não me toques, ainda não subi para o meu Pai e vosso Pai, meu
Deus e vosso Deus. Logo, o Deus de Jesus é o Deus da Humanidade, o Pai
comum de todos os homens, sem nenhuma distinção.
Quanto ao compromisso que veio desempenhar neste orbe, nós o vemos claramente
através da atitude que ele assumiu na sociedade terrena. O que fez o
Senhor? Começou reunindo algumas pessoas simples, arrebanhadas das camadas
humildes, e foi-lhes ministrando lições e ensinamentos por meio
de parábolas singelas, prédicas e discursos vazados em linguagem
popular, cimentando com exemplos edificantes todas as doutrinas que transmitia.
A novidade da sua escola consistia particularmente na divulgação
destes princípios: Todos os homens são filhos de Deus, têm
todos essa mesma origem. Da paternidade divina, decorre como corolário
natural, a fraternidade humana, isto é, todos os homens são irmãos.
Portanto, devem-se amar reciprocamente agindo em tudo segundo a lei de solidariedade.
No entanto, apesar da clareza, lisura e concisão de tal doutrina, são
grandes as dificuldades em torná-la acessível à mente e
ao coração humano.
Verdades tão naturais, duma lógica irretorquível, comprovadas
pelo testemunho de fatos incontestes, escritas em caracteres palpitantes no
grande livro da Vida, contudo, continuam sendo objeto de controvérsias,
discutidas por uns, rejeitadas por outros. Ora, a missão de Jesus é
precisamene comprovar aquele asserto, vencer os obstáculos conquistando
a humanidade. Essa obra, sendo de redenção, visa libertar o homem
dos liames que o prendem à animalidade, cujos vestígios, nele,
são patentes, e, por isso mesmo, obra de educação.
Daí por que Jesus arrogou a si a denominação de Mestre,
considerando aqueles que o acompanhavam como discípulos. Consignemos
que foi o único título com que se adornou, e nenhum outro. Quando,
certa vez, o chamaram bom, retrucou: Bom, só há um, que é
Deus. Quando o disseram rei, repeliu peremptoriamente aquele qualificativo,
declarando: o meu reino não é deste mundo. Apenas quis ser Mestre,
e disso fez questão, advertindo os seus discípulos que só
a ele o considerassem como tal. Eu sou o vosso Mestre, dizia, a ninguém
mais concedais essa prerrogativa.
O papel que cabe ao Mestre é educar. Entendemos por educação
o desenvolvimento dos poderes psíquicos ou anímicos que todos
possuímos no estado latente, como herança havida d'Aquele de quem
todos nós procedemos. Pestalozzi define assim a matéria ora em
apreço: Educação é o desenvolvimento harmônico
de todas as faculdades do indivíduo. A instrução, portanto,
faz parte da educação, por isso que se refere aos meios e processos
empregados no sentido de orientar o indivíduo na aquisição
de conhecimentos sobre determinada disciplina. A instrução dirige-se
conseguintemente à inteligência. É a educação
sob seu prisma intelectual, do mesmo modo que a ginástica, os exercícios
e esportes, criteriosa e convenientemente orientados, resumem o que denominamos
educação física, cuja importância na esfera da higiene
está perfeitamente comprovada.
Ao cultivarmos, porém, esta ou aquela faculdade do Espírito, resta
que não desdenhemos as demais. A monocultura é desaconselhada
em todo e qualquer terreno. Em matéria educacional, são desastrosos
os efeitos da concentração unilateral de esforços visando
a determinada cultura em detrimento e com menoscabo das demais. Verifica-se
em geral, por parte dos pais, uma grande preocupação — até
certo ponto muito louvável — sobre a educação dos
filhos no que respeita à inteligência. Querem vê-los sobraçando
um pergaminho, aureolados por um título que os habilite ao exercício
duma profissão distinta, a qual, não só lhes assegure a
independência econômica — o que importa sem dúvida,
em justa aspiração — mas que proporcione, sobretudo, riqueza,
fama e glória. O futuro da prole é visto desse prisma utilitário
e vaidoso que encerra, segundo semelhante critério, o alfa e o ômega
da vida.
Há evidentemente uma ilusão nesta maneira de ver e proceder. Somos,
nós os pais, vítimas do egoísmo, esse pecado original com
que todos nascemos e do qual dificilmente vamo-nos desvencilhando. Orgulhamo-nos
com o diploma empunhado pelos herdeiros do nosso nome. Queremos vê-los
alvo de aplausos e louvores, seja, embora, na órbita dum intelectualismo
vazio e estéril. A nossa vaidade sente-se lisonjeada com isso, dando-nos
a falsa impressão de havermos cumprido perfeitamente o nosso dever com
relação àquele que a Providência divina nos confiou
para que o orientássemos na sua caminhada pela estrada da vida.
Não
cogitamos, senão perfunctoriamente, daquilo que concerne às qualidades
morais, à formação e consolidação do caráter,
a direção, em suma, que levará nossos filhos a criarem
personalidade própria; não curamos de fazê-los homens de
bem, independentes e honestos, com aquele mesmo interesse e afã que empregamos
na ilustração do seu intelecto. Preocupamo-nos muito mais com
o cérebro do que com o coração. Fazemos tudo para enriquecê-los
da sabedoria livresca deixando-os, às vezes, pobres de sentimentos.
Isto não quer dizer, apressamo-nos em declarar, que nós, os pais,
menosprezemos a virtude deixando de reconhecer o valor da educação
moral: absolutamente não. O que se dá é que geralmente
se imagina que o ser bom, justo e verdadeiro; o ser probo, sincero e amorável,
não requer aprendizagem.
Supomos
que tudo isso seja coisa tão natural e comezinha que não constitui
matéria de ensino! Imagina-se que essa parte da educação,
incontestavelmente a mais excelente, há de efetuar-se por si mesma, à
revelia de cuidados, dispensando o aparelhamento requerido para outras modalidades
de educação. Tal o grande erro generalizado que é preciso
corrigir. A idéia de geração espontânea é
quimérica. Do nada, nada se tira.
Tudo o que germina, germina duma semente. Tudo o que evolve, evolve dum germe
ou embrião. Não podemos esperar que aflorem na alma da mocidade
qualidades nobres e elevadas sem que, previamente, tenhamos feito ali a sua
sementeira. Honestidade, espírito de justiça, noção
do dever são virtudes que se adquirem tal como é adquirido o saber
neste ou naquele ramo das especulações científicas. Tudo
depende de estudo, experiência e tirocínio. As Ciências como
as artes, e até mesmo os misteres mais simples, requerem aprendizado.
O saber e a virtude são expressões daquela riqueza inacessível
aos estragos da traça, à pilhagem dos ladrões, e que a
própria morte não logrará arrebatar, por isso que representa
o fruto do trabalho e do esforço próprio e individual. Daí
decorre a legitimidade a inalienabilidade de sua posse.
Os contemporâneos de Jesus, perplexos diante da sabedoria e do poder revelados
por ele, diziam: Como sabe este letras sem haver aprendido? Não somos
hoje tão ingênuos como os daquela geração, supondo
que seja só este meio onde ora nós nos achamos, o único
propício para aprender, e que só este planetóide de categoria
inferior constitui campo propício para o Espírito atuar e agir
desenvolvendo suas incalculáveis e maravilhosas possibilidades. O erro
geocêntrico, que fazia da terra o centro do Universo, passou. Ninguém
mais sustenta esse absurdo. Podemos, pois, firmar este postulado: aquele que
revela conhecimento e virtudes, caráter reto e íntegro, conquistou-os,
aqui ou alhures, não importa onde, nem quando; constata-se o fato.
O patrimônio científico, como o moral, é
sempre resultado da educação. A sementeira do bem e da verdade,
do amor e da justiça, nunca se perde. Sua germinação pode
ser imediata ou remota, porém, jamais falhará. A obra da redenção
humana é obra de educação. Jesus
é o divino educador. Ele crê piamente na eficiência
dessa obra, à qual consagrou a sua vida. Sim, meus prezados ouvintes,
Jesus nos deu a sua vida, não só no sentido do sacrifício
cruento pela causa da nossa redenção, como na acepção
de votar-se, de dedicar-se continuamente ao desempenho de tão ingente
encargo, e de que maneira vem ele se desobrigando dessa incumbência?
Ensinando,
influindo e atuando na alma humana, através dos Espíritos de luz
incorporados à igreja triunfante que do alto dirige. E o que ensinou
e continua ensinando o excelso Mestre? Que diga por nós a eloquência
do inolvidável tribuno sacro, o grande Antônio Vieira:
"Vindo a sabedoria divina em pessoa, e descendo do Céu à
Terra a ser mestre dos homens, a nova cadeira que instituiu nesta grande universidade
do mundo, e a ciência que professou foi só ensinar a ser bom e
justo, santo, numa palavra, e nenhuma outra. A retórica deixou-a aos
Túlios e aos Demóstenes; a filosofia, aos Platões e aos
Aristóteles; as matemáticas, aos Ptolomeus e aos Euclides; a médica,
aos Apoios e aos Esculápios; a jurisprudência, aos Eolões
e aos Licurgos, e, para si, tomou só a ciência de salvar e tornar
bons os homens.
Em todas as ciências é certo que há muitos erros dos quais
nasce a diferença das opiniões; em todas as ciências há
muitas ignorâncias, as quais confessam todos os maiores letrados que não
compreendem nem alcançam. Pois se a Sabedoria de Deus veio ao mundo,
por que não alumiou esses erros, por que não tirou essas ignorâncias?
Por que errar ou acertar em todas as matérias, sabê-las ou não
as saber, pouca coisa importa: o que só importa é saber salvar,
o que só importa é saber transformar, é converter em santos
todos os homens; e isso é o que veio ensinar o Filho de Deus.
Nem ensinou aos filósofos a composição do contínuo,
nem aos geômetras a quadratura do círculo, nem aos mareantes a
altura de leste a oeste, nem aos químicos a descoberta da pedra filosofal,
nem os médicos as virtudes das ervas, das plantas e dos mesmos elementos;
nem aos astrônomos, o curso, a grandeza, o número e as influências
dos astros: só nos ensinou a ser humildes, só nos ensinou a ser
castos, só nos ensinou a desprezar ambições e riquezas,
só nos ensinou a perdoar as injúrias, só nos ensinou a
suportar perseguições, só nos ensinou a chorar e aborrecer
as iniqüidades e a amar e exercer as virtudes; porque estas são
as regras e as conclusões, estes os preceitos e os teoremas por onde
se aprende a ser bom e a ser justo, honesto e desprendido, que é a ciência
que professou e veio ensinar aos homens o Filho de Deus".
Eis aí, caríssimos ouvintes, a matéria, a disciplina que
ainda não aprendemos. Sem o seu conhecimento não solucionaremos
os nossos problemas, tanto do presente como do futuro. Duvidar, descrer dessa
ciência e dessa arte que se chama educação, arte e ciência
que tem por fim transformar o indivíduo, é negar a evidência
da evolução, essa lei incoercível, fartamente comprovada
em todos os planos da Natureza, em todas as fases da Vida no seu curso infinito
e progressivo.
Fora da educação, dessa educação que se transmuda
em cada indivíduo em auto-educação, não há
redenção possível. Tudo o mais que se tem propalado neste
terreno não passa de pura fantasia. Quando o homem nota e percebe em
si mesmo, no seu interior, o influxo da força renovadora da evolução,
começa a colaborar conscientemente com Deus na formação
da sua própria individualidade. Rui Barbosa, num magistral discurso que
pronunciou na festa do trabalho, teve esta feliz inspiração: O
Criador, disse ele, começa e a criatura acaba a criação
de si própria. A segunda criação, a do homem pelo homem,
assemelha, às vezes, em maravilhas, à mesma criação
do homem pelo divino Criador.
Realmente, é isso precisamente o que se dá. O homem é co-autor
dessa entidade misteriosa que é ele mesmo. Nascemos de Deus, fonte inexaurível
da Vida, e renascemos todos os dias, em nós mesmos, através das
transformações por que passamos mediante a influência da
auto-educação, cumprindo-se assim aquele célebre imperativo
de Jesus: Sede perfeitos como o vosso Pai celestial é perfeito.
A confusão ora reinante na sociedade resulta do descaso a que se tem
votado tão magna questão. Os males que flagelam a humanidade contemporânea
procedem da descrença, do ceticismo e da falta de confiança na
eficiência da educação moral.O mundo está em crise,
crise de dignidade. Desta, se originam as outras. Não é de sábios
que carecemos. Os problemas da inteligência, estão, por assim dizer,
resolvidos conforme atesta o surto imenso de progresso material atingido. Não
obstante, o momento que atravessamos é dos mais angustiosos. Os grandes
financistas e economistas não solucionam o problema do pão. Os
estadistas de renome não resolvem satisfatoriamente o problema político.
Os sociólogos de alta envergadura mostram-se impotentes diante dos problemas
sociais tais como o pauperismo, o crime, o vício e a enfermidade.
Por
quê? Certamente por que lhes falta a percepção íntima
das grandes realidades da Vida, dessa Vida que não começa no berço
nem termina no túmulo; percepção que só se alcança
através do culto sincero da verdade; que só se aprende sondando
os arcanos da consciência e auscultando a sua voz; que só se logra
no estudo e na meditação da ciência da moral, que é
a ciência do coração. Não é de conhecimento
que precisam os homens da atualidade, responsáveis pela situação
aflitiva dos dias que correm; é de sentimento!
Inteligência desenvolvida e culta desacompanhada do senso moral constitui
sério perigo para a sociedade. Os grandes males que convulsionam o mundo
não procedem dos analfabetos e dos inaros, elementos mais ou menos inconscientes
que agem como instrumentos; que não dispõem de meios e recursos
para levarem a cabo as empresas maléficas de exploração,
de escravaturas e de opressões. São as inteligências cultas
e traquejadas, sem moralidade e sem fé, divorciadas do verdadeiro sentimento
religioso, que urdem e executam os planos diabólicos de usurpação
de direitos, de espoliações e de tirania das consciências.
Todos sabem disso. É um fato que ninguém contesta. Mas, não
basta sabermos, é preciso agirmos. Conhecer a origem dos males que nos
afetam, não é tudo; é necessário atacá-los
no seu reduto, desalojá-los para vencê-los. Não nos iludamos,
pois: devemos cuidar da educação do nosso coração
com o mesmo interesse e esmero que cuidamos do nosso cérebro. Se é
vergonhosa a ignorância intelectual, mais ainda é a ignorância
moral. Nem todos podem ser sábios, mas todos podem ser bons. A bondade
também é força, e a mais poderosa e fecunda de todas, porque
é força que constrói, é força que edifica.
É com ela que removeremos os obstáculos e as pedras de tropeço
do caminho da nossa evolução, na conquista de todos os bens, na
escala às regiões luminosas onde a Vida é eterna, e o amor,
sem restrições nem intermitências, reina em todas as almas.
Ó
vós, que sois pais, lembrai-vos da vossa responsabilidade como mentores
dos vossos filhos. Ó vos, que sois preceptores e mestres, pesai bem o
compromisso que assumis no desempenho da tarefa a que vos dedicais. Pais e mestres,
cerrai fileiras dando as mãos uns aos outros, como legítimos expoentes
do lar e da escola, as duas colunas em que a sociedade se apoia, os dois templos
augustos, os dois santuários onde se exerce o verdadeiro sacerdócio.
Sursum corda! Elevemo-nos acima das vulgaridades da época. Desembaracemo-nos
das farandulagens do homem velho. Enverguemos a túnica do homem novo,
do homem do futuro. Renasçamos para o porvir que será o resultado
do labor presente. Sacudamos o pó da estrada percorrida. Abandonemos,
de vez, as superstições e as utopias com respeito à nossa
redenção. Sem educação porfiada, paciente e perseverante
nada conseguiremos de positivo na obra da emancipação espiritual.
Não é com pílulas e xaropes que se resolve o problema da
saúde: é com higiene, no seu sentido amplo e lato. Não
será com as consolidadas paulistas ou mineiras nem com as loterias que
equilibraremos as nossas finanças avariadas: há de ser com trabalho
e economia.
Não
é com maquilagens e artifícios semelhantes que alcançaremos
beleza e relativo prolongamento da mocidade: é obedecendo e respeitando
a natureza, cultivando bons costumes, hábitos honestos e pensamentos
puros. Não é, finalmente esposando crendices e condescendendo
com preconceitos, rituais e cerimônias cuja essência se desfaz ao
sopro do raciocínio, que lograremos a nossa salvação: é
pela obra da auto-educação exercida com perseverança, sem
esmorecimentos, com decidida vontade de nos espiritualizarmos, de nos aperfeiçoarmos
continuamente.
Façamos ponto, citando as palavras autorizadas de Léon Denis sobre
este momentoso assunto: "Como a educação da alma é
o objeto da Vida, importa em resumir seus preceitos em palavras: aumentar tudo
quanto for intelectual e elevado, lutar, combater, sofrer pelo bem dos homens
e dos mundos. Iniciar seus semelhantes nos esplendores do verdadeiro e do belo.
Amar a Verdade e a Justiça, praticar para com todos a caridade, a benevolência
- tal o segredo da felicidade presente e futura, tal o Dever, tal é a
fé que Cristo legou à Humanidade.
Meus prezados ouvintes: o problema do Brasil, disse o saudoso e humanitário facultativo dr. Miguel Couto, é um só: Educação.
Parodiando o ilustre cientista patrício, diremos nós: Esse problema não é só do Brasil, é da humanidade. Sendo o de cada um de nós, é o problema de todos, é o problema universal, por isso que é mediante a auto-educação que se processa a evolução dos seres livres conscientes e racionais.
Vinícius